Moradora de Castro caiu em golpe ao locar um casa em Guaratuba, no litoral do Paraná//Foto: Divulgação

Uma jovem de 24 anos, moradora de Castro, teve prejuízo financeiro ao tentar passar o réveillon no litoral do Paraná. Ela acabou sendo vítima do ‘golpe da casa de praia’, crime frequente nessa época do ano. A ocorrência foi registrada como estelionato e há indícios de que os golpistas fizeram outras vítimas na região. 

De acordo com o boletim de ocorrência, a negociação aconteceu pelas redes sociais. A castrense relatou que uma mulher anunciava em grupos de vendas no Facebook o aluguel de um imóvel no litoral do estado. Ela cobrou R$600 por cinco dias em uma residência localizada em Guaratuba. 

Durante as negociações, a golpista exigiu que a metade do valor fosse depositada em uma conta bancária, como garantia de reserva do imóvel. A vítima realizou o depósito no último dia 28 e, somente dois dias depois, acabou descobrindo que havia caído em um golpe. 

“Através do mesmo grupo na rede social, onde fez à reserva da residência, a jovem viu mensagens de outra pessoa relatando ter locado a residência no mesmo período, e ainda alertando os internautas de que aquele anuncio se tratava de um golpe. Umas das vítimas chegou a se deslocar até o endereço da residência anunciada na internet e encontrou moradores na casa, os quais informaram que residiam naquele local há vários anos e nunca teriam feito anuncio de locação”, informou a polícia. 
O crime foi registrado pela Polícia Militar como estelionato. A Polícia Civil deve abrir um inquérito e investigar o caso. 

Confira alguns comentários das vítimas ao descobrirem o golpe:



O golpe 

O crime também conhecido como “imóvel fantasma” ou “falso aluguel” é frequente nessa época do ano por conta da grande procura pelo aluguel de casas e apartamentos no litoral. A vítima é pega sem nem sair de casa. Após negociar o aluguel de um imóvel anunciado na internet e depositar uma parte do valor com antecedência, a vítima – ao chegar ao litoral – se depara com um imóvel já habitado, ou pior, que nunca existiu. 

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