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Matriz Senhora Sant’Ana realiza sua 96ª festa

Na cidade de Castro, onde Sant’Ana também é a padroeira, a programação festiva acontece desde a última quarta-feira (17). A igreja matriz Senhora Sant’Ana chega já a sua 96ª festa, com dez dias de comemorações, que começaram com as tradicionais novenas, sempre às 19 horas. No dia 26, acontece a descida de barcos com a imagem da santa pelo Rio Iapó, seguida da procissão e da Santa Missa. Na sequência, será realizado o almoço, com a famosa churrascada.

As novenas se estendem do dia 17 a 25 de julho, diariamente celebrando as virtudes de Sant’Ana – avó da misericórdia, intercessora junto da esperança e da vida, modelo cristão, senhora e auxílio da Igreja, patrona dos humildes e abandonados, amparo dos trabalhadores, modelo da juventude, modelo de vocação – com diferentes bênçãos, todos os dias.  Neste sábado (20) e na quinta-feira acontece o Show de Prêmios, a partir das 15 horas, com sorteio eletrônico e brindes que vão de R$ 4 mil (primeiro prêmio), TV 49” (segundo) e R$ 1 mil (terceiro prêmio). As cartelas estão sendo vendidas a R$ 10. Nestes dois dias, haverá a venda de pastel, espetinho, cachorro quente, refrigerante e quentão.

Na sexta-feira (26), dia da padroeira, às 9 horas, haverá a chegada de Senhora Sant’Ana à prainha, seguida de procissão até a igreja, onde será celebrada missa solene. O churrasco, com maionese e farofa, começará a ser servido a partir das 11h30. Um dos destaques da festa será a apresentação da banda católica Anjos de Resgate, a partir das 18 horas, na praça em frente à matriz. No repertório do grupo, músicas como Estou Aqui, Amigos pela Fé, Foi por você, Tua Família e Manda teus Anjos.

Sant’Ana


A tradição identifica Sant’Ana como esposa de São Joaquim, pais de Nossa Senhora. Ainda que não sejam citados na Sagrada Escritura, um livro do século II descreve com ricos detalhes os pais de Nossa Senhora: o Proto-Evangelho de São Tiago. Segundo a obra, Joaquim e Ana eram um casal distinto, de idade avançada e estéreis. Viviam como um casal exemplar, observante das leis judaicas. Financeiramente, dividiam sua renda anual em três partes: uma era conservada para as próprias necessidades; a segunda era reservada para o culto  judaico e, finalmente, a terceira era distribuída entre os pobres.

Eles rezavam confiantes, pedindo que Deus lhes suscitasse descendência. Joaquim retirou-se para o deserto para rezar, onde permaneceu 40 dias em jejum e oração. Finalmente, um anjo apareceu a Joaquim e também a Ana, comunicando-lhes a boa noticia: “Ana, o Senhor ouviu teu choro. Conceberás e darás à luz e, por toda a terra, falar-se  á de tua descendência. Sant’Ana fez o voto de consagrar a menina à Deus, ao serviço do templo.

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